segunda-feira, 10 de junho de 2013

Bolo de cenoura, coco e laranja da Enf. Cristina


Um dos meus dias favoritos do mês é a Oração com cânticos de Taizé da minha paróquia. Engraçado, já publiquei aqui vários bolos que levei para a oração de Taizé, já mostrei inclusivamente fotos do Encontro Europeu em Roma aqui mas nunca me alonguei muito sobre o assunto, o que é estranho, porque é uma parte da minha vida muito importante para mim.


Taizé é uma comunidade de irmãos em França (em Taizé, lá está!), que tem como objectivo reunir jovens cristãos de todo o mundo. Normalmente a estada dos jovens é de uma semana, mas pode ser alargada por mais tempo. O que caracteriza Taizé são as orações (3x ao dia), que têm como base os cânticos e o silêncio. Os jovens são convidados a realizar depois nas suas paróquias uma oração ao estilo de Taizé, em comunidade. A da minha paróquia é aos 2ºs sábados de cada mês e dura apenas meia hora. Inclui os cânticos, uma parte dedicada ao silêncio, a leitura de um evangelho e um salmo. Depois é seguida de convívio, com chá e bolos (eu e a minha irmã contribuímos sempre com um!).

Taizé, visto de cima! Os rectângulos azuis são as tendas comunitárias. Ao centro,  em baixo, dá para ver o telhado da igreja. Os telhados do cimo são as camaratas. À direita, pode-se ver o lago do silêncio, um dos lugares mais bonitos do mundo :) 
Eu fui a Taizé na semana santa de 2010 e foi uma das melhores semanas da minha vida. Demorámos 24h de autocarro, mas valeu totalmente a pena. Foi relaxante e retemperador, e serviu verdadeiramente para me encontrar com Deus. Lá é muito fácil - o pior é quando voltamos ao nosso dia-a-dia...

Pois, fica um bocado longe...

Um dia típico de Taizé:
Acordar (ficámos numa camarata por causa do frio, mas podemos ficar em tendas comunitárias - aquecidas - ou levar tenda de casa - quem apostou nisto arrependeu-se, fazia um frio de rachar).
Oração da manhã, na igreja, com os irmãos e jovens.

O interior da igreja de Taizé. Os irmãos põem-se de joelhos num espaço ao centro,  vestidos de branco, e os jovens sentam-se em redor. 
Pequeno almoço - Eu gostava de ajudar a servir o pequeno almoço todos os dias, juntava-se a malta portuguesa e transformámos aquilo num ritual. O meu peq. almoço foi durante toda a semana chocolate quente e uma carcaça com manteiga e chocolate de leite (começávamos bem o dia, como se vê!).

A fila do pequeno-almoço!
Encontro com o irmão: divisão em grupos grandes (penso que fazem as divisões por idades). O meu grupo ficou com um irmão da argentina. Começávamos sempre a reunião com uma animação, depois líamos a leitura do dia e o irmão fazia uma pequena reflexão (ilustrada sempre com exemplos da vida dele que nos faziam sempre rir).
Reflexão em pequenos grupos: De seguida, íamos com o nosso grupo de reflexão (sorteado no inicio da semana) para reflectir sobre a leitura e de que maneira ela se aplicava na nossa vida. O meu grupo incluía 2 espanhóis, 3 alemães e 2 irlandeses (um dos quais o "contact person" que era o que orientava o grupo, por assim dizer).
Oração do meio-dia. Parecida com a da manhã.
Almoço: é assim, as refeições são doadas por empresas e assim, uma vez que a comunidade não tem fontes de rendimento (pagamos um x para lá estar uma semana consoante o país de origem, mas é um valor simbólico - penso que 60 euros para Portugal) não se pode esperar nada gourmet. Coisas embaladas e mais aquecidas que cozinhadas por jovens que também lá estão a passar a semana. Ninguém passa fome, como é evidente. Eu preferi ir sempre ao vegetariano, a comida é melhor e as filas menores. Tenho saudades do puré, cheio de especiarias...

Uma das refeições: qualquer-coisa com ervilhas, fruta, pão, queijinhos e um pacote de bolachas
Trabalho: cada jovem pode escolher um trabalho para contribuir para a comunidade: limpeza dos wc, cozinhas, coro, etc. O meu grupo estava encarregado da 2ª limpeza da cozinha e incluía uma alemã, 4 suecos, 2 italianas e 1 irlandês. Para a próxima, vou querer ficar no coro.
Lanche: Chá de Taizé (instantâneo) e um bolo embalado (novamente, muito saudável!).
Workshops, passeio, lago: O resto da tarde era dedicado a fazer o que quisesse: descansar, ir dar uma volta no lago do silêncio, dar uma volta às aldeias e vilas ali ao pé, comprar postais e lembranças na loja de lá, fazer um workshop disponibilizado pela comunidade. Cheguei a fazer uns quantos e só houve um que não gostei.

Lago do silêncio
Taizé - aldeia propriamente dita. Vale a pena dar umas voltinhas por lá!
Oração da noite: idêntica às anteriores, mas no fim os irmãos vão-se embora e podemos ficar o tempo que quisermos a cantar. É lindo.
Oyak: sitio onde os jovens se juntam para conviver. Havia grupos com violas e canções dos seus países, outros que faziam jogos, outros que dançavam... eu passava um bocado em todos os grupos!
No Okyak, um grupo de espanhóis tocava e os jovens à volta juntavam-se para cantar com eles :)
Dormir: Taizé tem recolher obrigatório, com jovens encarregados de nos mandar calar e dormir, portanto o descanso está sempre assegurado!

 Agora que já conhecem mais um bocadinho de Taizé, também já me conhecem um pouco melhor também. Tenho saudades de Taizé todos os dias. Faz-se todos os anos o Encontro Europeu, que este ano foi em Roma, como já sabem, e apesar de também ter sido fantástico (Taizé+Roma...) mesmo assim, preferi estar na comunidade uma semaninha. Aconselho a toda a gente ir lá pelo menos uma vez na vida! As pessoas com mais de 30 anos vivem uma experiência diferente, e inclusivamente há uma parte, com outro edifício (Olinda) onde podem ir famílias (com crianças e tudo, uma vez que a comunidade só aceita jovens com mais de 16 anos - salvo excepções).

Agora que já está enquadrado, podemos ir à receita do bolo da oração deste mês, que foi a última desta temporada (só volta a haver orações em Outubro).

É um dos melhores bolos que comi, e um dos bolos que mais sucesso fez! A receita foi dada pela enfermeira orientadora do último estágio da minha irmã (está em enfermagem) e vai directamente para as minhas receitas favoritas. A repetir muitas e muitas vezes. Fica um bolo húmido, fofinho, com a parte superior ligeiramente caramelizada. Ainda estava quentinho quando foi servido e estava uma verdadeira delícia. De comer e chorar por mais!


Ingredientes
2 cháv. de açúcar
2 cháv. côco ralado
1 cháv. óleo
2 cenouras grandes
casca e sumo de 1 laranja
5 ovos
2 cháv. farinha
1 c. chá de fermento

Modo de fazer: Ralar a cenoura. Triturar a casca da laranja (eu pus parte branca e tudo) com a cenoura, o sumo da laranja e um pouco do açúcar, com o auxílio da varinha mágica. Bater os ovos com esta mistura e o resto do açúcar. Juntar o côco, o óleo, a farinha e o fermento. Bater bem.
Deitar numa forma untada e enfarinhada (o bolo fica muito grande e alto, deixar espaço para crescer à vontade) e levar ao forno pré-aquecido a 190ºC. Deixar cozer até ficar douradinho (fazer o teste do palito). O meu demorou 75 min.

Vai uma fatia?

terça-feira, 4 de junho de 2013

Triffle com morangos e natas de soja


Adoro triffles: são bonitos, são sempre deliciosos, saem sempre bem, são fáceis e rápidos de fazer e funcionam perfeitamente para aproveitar restos de bolo.
Como já sabem, cá em casa aos fins-de-semana há sempre um bolinho ou uma coisa doce (às vezes durante a semana também acontece, mas não falemos disso!), e às vezes nem precisamos de fazer, a minha avó dá.
Acho que nunca falei aqui dos bolos da minha avó, mas são os melhores de sempre. A sério. Não há melhor. Nunca saem mal, são sempre enormes, são sempre fofos e são sempre deliciosamente deliciosos. A minha avó consegue fazer bolos com quase tudo (uma vez experimentou juntar queijo ralado a um bolo de água, inventando um dos meus bolos preferidos) e ninguém lhe bate nos dotes de pastelaria. 
Como tinha dado um bom bocado de bolo (três fatias para a minha avó é cerca de um terço de um bolo médio...) decidi fazer triffle, no domingo em que fiz o tofu com crosta de broa.
A definição de triffle é: bolo+natas ou outro creme qualquer+bebida alcoolica+fruta+elemento crocante. Com esta combinação, podem fazer os triffles que quiserem. Como faço restrição de lacticínios, em parte por intolerância (ou seja, não morro se ingerir lacticínios de vez em quando, mas não me sinto muito bem) e em parte por ideologia (somos o único mamífero que bebe leite de outro animal, não faz muito sentido), experimentei fazer com natas de soja, e, na minha opinião, foi o que fez a diferença.
Perdoem-me não ter as medições certas, mas é feito um bocado " a olho"...


Ingredientes
Restos de bolo tipo pão-de-ló
2 pacotes de natas de soja
6 colheres de sopa se açúcar
vinho do porto
1/2 tablete de chocolate de culinária
Morangos

Modo de fazer: Lavar, tirar os pedúnculos e cortar os morangos ao meio. Reservar os mais bonitos e com tamanhos identicos para o lado. Picar os restantes. Numa taça de vidro bonita, espalhar uma camada de fatias finas de bolo. Pincelar com vinho do porto (eu gosto de embeber bem...). Colocar as metades dos morangos bonitas em toda a volta (o objetivo era eles verem-se e ficar bonito, mas como as ntas são muito líquidas correu mal!). Bater as natas de soja com o açúcar (só para misturar, porque elas nunca viram chantilly!) e despejar por cima do bolo. Deitar metade dos morangos picados e metade do chocolate também picadogrosseiramente. Repetir as camadas. Levar ao frigorífico, de preferência de um dia para o outro e servir.
Bom apetite!

O aspecto depois de servido não é muito apelativo, mas é uma delícia!




domingo, 2 de junho de 2013

Tofu com crosta de broa, com espinafres e alho


Domingo é dia de refeições "especiais". Aliás, Domingo é o dia responsável pelo rombo na dieta e pelos quilos a mais - domingo é dia de acabar a refeição com uma sobremesa, ter almoços menos saudáveis e mais elaborados. Pode ter consequências às vezes desastrosas no perímetro das coxas, mas é essencial para o meu bem-estar. E também não é um dia no meio de seis que nos mata, certo?
O Domingo passado eu e a minha irmã estávamos sozinhas em casa e decidimos ter um almoço especial de manas, com todas as coisas excessivamente calóricas boas a que tínhamos direito: entrada, prato especial e sobremesa! Convidámos um amigo para o convívio e foi perfeito. 
Descobri esta receita de tofu com crosta de broa (eu, que nunca fiz bacalhau com broa!) no blogue "The Love Food", que se tornou num dos meus blogues preferidos. Comida vegana deliciosa, é preciso dizer mais alguma coisa? Combina carradas de alho, com broa e tofu, e nós ainda lhe acrescentámos espinafres. Só coisas boas, era impossível correr mal!
Uma receita para repetir muitas vezes, ideal para fazer de véspera ou mesmo para ter congelada, pronta a ir para o forno nas alturas de maior pressa. Vai direitinha para os meus favoritos!

Ingredientes:

Tofu:
250 gr de tofu
1 cabeça de alho
salsa q.b.
sumo de 1/2 limão
Pimenta
sal
farinha de trigo

Modo de fazer:
Cortar a cabeça de alho ao meio e levar ao forno (eu pus papel manteiga por baixo mas não precisa) a 220ºC durante 30 min (levar com casca e tudo!). Reservar.

O alho depois de assado fica com este aspecto. Ligeiramente duro e tostado nas extremidades, mas incrivelmente macio por dentro! Confesso que gosto dele simplesmente assim, barrado no pão!

Cortar o tofu em fatias. Fazer 4 golpes dentro de cada fatia e rechear alternadamente com um dente de alho assado e uma folhinha de salsa. Deixar a marinar num prato, como o sumo de limão, sal e pimenta durante 1 hora no mínimo. Ao fim desse tempo, passar as fatias de tofu por farinha e fritar ligeiramente numa frigideira com um fio de azeite (não deitar fora a marinado do tofu!).

Digam lá se o tofu assim colorido não fica apetecível?

Mas, entretanto, podemos preparar a crosta de broa:

1/4 de broa de milho média
1 ramo de salsa (sem os caules maiores)
alho assado a gosto (o que sobejou do tofu!)
4 c. sopa de azeite

Triturar tudo no robot de cozinha até formar uma farofa consistente que se molda facilmente quando apertada entre as mãos.
Cá está a broa, transformada em farofa!

Depois, preparar a cebolada:

2 cebolas grandes cortadas em fatias fininhas
1 dente de alho picado
2 folhas de louro
azeite q.b.
1/2 c. chá açúcar mascavado
1 c. chá de vinagre de cidra

Refogar as cebolas com o azeite, o alho e o louro. Deixar cozinhar durante mais ou menos quinze minutos, para que reduzam e fiquem meias meladas e deliciosas. Quase no fim, juntar o açúcar e o vinagre. Reservar no fundo do pirex onde se vai servir o tofu (nós pusemos num tabuleiro de barro).

Cá estão elas, antes de acender o fogão.

Bastante mais reduzidas, 15 min depois!
Depois, preparar os espinafres, refogando um molho grande deles na frigideira das cebolas (não juntei mais azeite, porque até mesmo sendo Domingo já estava com sentimentos de culpa da quantidade de azeite que já tinha gasto!) Reservar.
Era um molho tão grande, que quase ultrapassava a frigideira, e vejam só como ficou!

Montar tudo:
Em cima das cebolas, no tabuleiro de ir ao forno, colocar metade dos espinafres. Em cima, acomodar o tofu. Com o resto dos espinafres, preencher os espaços. Deitar o sumo da marinada do limão por cima. Calcar a broa por cima do tofu para formar uma crosta (vejam o passo a passo!)
Levar ao forno pré-aquecido a 180ºC durante 30 min. 

Um
Dois

Três
Quatro!
Depois dos 30 min no forno, está pronto a comer!
Servi com salada de alface e tomate.
Bom apetite!


E, para terminar, um triffle vegano! Mas a receita virá no próximo post....

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Bolo de Coco sem farinha (sem glúten!) e uma possível prosopagnosia


Desde que soube que existia uma doença chamada prosopagnosia (que é, basicamente, a incapacidade/dificuldade em reconhecer  caras) que desconfio que posso sofrer dessa patologia! Aliás, para pôr o link sobre a doença neste post fui ver à wikipédia e mais convencida fiquei...
Com algum grau de prosopagnosia ou não, a verdade é que sou péssima com caras. Principalmente caras de pessoas que conheço à pouco tempo, por ainda não ter decorado nada específico (sinais, cicatrizes...) que as façam sobressair. Quando conheço alguém, o primeiro passo, para além de tentar decorar o nome, é ver se tem alguma coisa que se destaque na sua fisionomia. O problema é que tendo a concentrar-me em aspectos como brincos, roupa, barba e penteados, portanto tudo coisas que mudam com o tempo, o que torna a situação bem mais difícil. E depois há as pessoas super normais, sem nada de particular na cara (sinais e tal...) e com roupas  também super normais (estou-me a lembrar, por exemplo, do colega de quarto de um amigo, que já vi duas ou três vezes, com quem já falei, mas que pode passar por mim à vontade que é como se nunca o tivesse visto!). 
Uma vez, num casamento de uma prima, confundi uma das minhas tias com uma vizinha. O que vale é que, por ser um casamento (especificamente, um casamento da minha família!) a minha tia deve ter pensado que já estava um pouco entornada e não ligou muito
Enfim, particularidades minhas. 


Como sabem, faço sempre um bolo para a oração mensal de Taizé da minha paróquia. Na oração de Abril, alguém do meu grupo de jovens me diz que não podia provar o meu bolo de manga porque estava a experimentar deixar de comer glúten. Prometi fazer um bolo sem glúten para a oração de Maio. O mês passou e eu já não sabia quem era, já não me lembrava da cara. Recriei a conversa na minha cabeça, para ver se me lembrava do nome. Sabia que era com P, e convenci-me que era o Pinto. Quando cheguei, com o bolo sem glúten, fiquei para morrer quando o Pinto me diz nunca foi alérgico ao glúten e que nem tinha vindo à oração passada. Bolas. No fim, pergunto ao Prata (outro começado com P!) se era ele, e ele diz-me que não, que devia ser o Pintas. O Pintas, que não tinha vindo desta vez.
Mas o que importa é que toda a gente gostou (acabei a noite a partilhar a receita com várias pessoas), e que fica um bolo grande, fofo e delicioso. Para além de facílimo de fazer. Ora vejam só (receita daqui):

Ingredientes:
5 ovos
1 lata de leite condensado
100 gr de coco ralado+ coco ralado para cobrir
1 c. sopa bem cheia de fermento

Modo de fazer: Bater todos os ingredientes no liquidificador até ficar uma massa homogénea. Untar uma forma com margarina e farinha de milho. Colocar a mistura na forma e levar ao forno a 170ºC até à parte de cima do bolo estiver acastanhada (mais ou menos 30-35 min).
Depois de frio, desenformar e cobrir com coco ralado. Bom apetite!

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Bolachas de Sésamo e Algas


E aqui está a receita das bolachas do blogue Cozinhar Sem Lactose, por causa das quais decidi fazer o Tahini caseiro. Decidi fazer estas bolachas porque gosto muito de umas bolachas de sementes e passas que se compram no Aldi, e as da foto do blogue pareciam-se bastante com essas. Juntei-lhe passas e acrescentei mais sementes de sésamo. O sabor não ficou parecido (nem o aspecto) mas ficaram uma delícia! Pouco doces e crocantes, ideias para variar o meu lanche e para beber com o chá da noite.

Ingredientes
190 gr de farinha de trigo
40 g de amêndoa moída
60 gr de açúcar mascavado
1 folha de alga nori (a do sushi)
2 c. sopa de sementes de sésamo
1 c. sopa da tahini 
2 ovos
1 mão cheia de passas
açúcar "normal" q.b.

Modo de fazer: Cortar a alga em pedaços pequenos (usei uma tesoura). No blogue donde tirei a receita mandavam demolhar, mas a alga que tinha já vem pronta para o sushi e não foi preciso. Misturar a amêndoa, a farinha, o açúcar mascavado e as sementes de sésamo. Juntar a alga. Juntar os ovos batidos ligeiramente, o tahini e as passas. Misturar tudo com as mãos e fazer pequenas bolinhas (eu queria estas bolachas pequeninas), achatar entre os dedos e passar pelo açúcar. 
Dispor numa tabuleiro forrado com papel manteiga e levar ao forno a 180ºC, durante 15 min.
Bom apetite!

Cá estão elas, antes de irem para o forno

Tea Time!

sábado, 18 de maio de 2013

Tahini


Já há muito tempo que queria experimentar receitas com Tahini (pasta de sementes de sésamo), mas  achava o preço absurdo. Foi quando vi estas bolacha no blogue Cozinhar sem Lactose, que indicava o link para outro blogue, o The Love Food, onde mostrava como fazer tahini em casa. Fui ver e, qual não é o meu espanto, é a coisa mais simples de fazer do mundo, e tinha todos os ingredientes em casa - ou seja, sementes de sésamo e um pouco de azeite. 
Acabei por fazer as bolachas (que ficaram uma delícia) mas mostrarei a receita no próximo post. 

Ingredientes:
200 gr de sementes de sésamo
Azeite q.b. (opcional)

Modo de fazer: Torrar as sementes numa frigideira durante 10 min. Num robot de cozinha (em minha casa chama-se 1, 2, 3) triturar as sementes de sésamo. Ir interrompendo para, com uma espátula, empurrar a pasta. No início vai ficar um género de crumble, e depois é que se transforma numa pasta. Se ficar demasiado grossa, juntar uma pinguinha de azeite e triturar mais um pouco (não juntar mais que 1/4 de chávena).
Despejar para um frasco (eu usei aqueles pequeninos do patê, vazio) e levar ao frigorífico. 
O tahini usa-se em várias receitas e molhos do Médio Oriente. 

As sementes de sésamo a torrar e a encher a cozinha de um cheirinho delicioso!

O Tahini, devidamente etiquetado e pronto para ir ao frigorífico 


quinta-feira, 9 de maio de 2013

O Mãos de Manteiga vai estar em Oeiras!



Olá a todos!
O Mãos de Manteiga vai estar em Oeiras (mais propriamente, no Átrio Central de Nova Oeiras, na Alameda Conde de Oeiras), a vender compotas e licores. O evento será este domingo (12 de Maio) das 11h às 19h
Para mais pormenores, podem clicar aqui (é o evento do facebook): https://www.facebook.com/events/457383537664075/

Apesar de ser a primeira vez que vamos para Oeiras, o Mãos de Manteiga já esteve duas vezes na Feira de Produtos da Terra em Bemposta (Mogadouro). Para verem fotos e terem mais ou menos uma ideia do que podem encontrar este domingo, podem clicar aqui:


As coordenadas GPS (mais ou menos, obtidas pelo google maps) são:
38.6938,-9.32132

Cliquem na imagem para a ver maior
Vamos ter licores, compotas (com provas em tostinhas) e muita vontade de vos conhecer.
Esperamos por vocês!

Cá estão as tostinhas, para vos dar água na boca!