sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Bifes de frango no forno com fiambre, queijo e tomilho - e o Natal chegou mais cedo!


Não é preciso grandes coisas para um dia, para mim, ser um grande dia (aliás, o mesmo se passa para a minha vida: para ser feliz bastava-me apenas um pijama de flanela, chá à descrição e uma biblioteca com uma coleção interminável de livros. E miminhos, claro, que eu não sei viver sem miminhos). 

E quarta-feira, para mim, foi um grande dia. Não fiz nada de especial, mas precisava de um dia assim, tranquilo.

De manhã, acordei cedinho e adiantei o almoço de domingo (vou ter cá a família para conhecer a minha casa! :D :D :D ). O menu será rolo de carne e crumble de peixe, que já estão congelados e prontos a meter no forno, domingo de manhã. 

Se ficar bom, prometo que partilho com vocês!

Para o almoço, queria fazer alguma coisa especial com os bifes de frango que tinha descongelado. Lembrei-me de umas fatias de queijo e fiambre que tinha congeladas há semanas e foi assim que estes bifinhos nasceram! Não tinha grandes expetativas, mas acabaram por ficar mesmo bons. Nas palavras da Ana "sabiam a piza!". 

Moral da história: vão ser repetidos muitas e muitas vezes. Acompanhados com batatas assadas no forno e uma saladinha souberam-me pela vida.


Ingredientes 
  • 4 bifinhos de frango
  • 1 c. sopa de tomilho
  • 4 fatias de fiambre
  • 4 fatias de queijo
  • 1 copo de polpa de tomate
  • 1 c. sopa de azeite
  • vinho branco q.b.
Modo de fazer: 
1 - Cobrir os bifes de frango com metade do tomilho. 
2 - Cobrir cada bife com uma fatia de fiambre e outra queijo, enrolar e prender com três palitos. 
3 - Cobrir o fundo de um pirex com o azeite e dispor os bifinhos enrolados por cima. Cobrir com o restante tomilho, o molho de tomate e um pouco de vinho branco.
4 - Levar ao forno pré-aquecido a 180ºC durante 30 min. 
Bom apetite!


Depois, foi tempo de me dedicar à tese, que é coisa para me deixar sempre bem-disposta (e não, não estou a ser irónica, é mesmo verdade!). O dia ia ficando cada vez mais fosco lá fora, e lembrei-me de fazer chocolate quente. Embaladas nesta onda, decidimos aproveitar o resto da tarde para fazer também a árvore de Natal - apesar de ser um pouco cedo, mas também o Natal passa tão rápido!
E foi assim que entre chocolate quente, Michael Bublé e muito espírito Natalício, a nossa árvore ficou montada.! Tarãn!

A nossa árvore, com o anjinho no topo - que muito me custou a convencer a Ana!

Por fim, lá acabou por ceder, mas teve de incluir a "maçã do pecado" atrás do anjo, para equilibrar a coisa :P 

Chocolate quente - fiz com metade do chocolate e ficou bom na mesma, apenas menos espesso!

A árvore do hall de entrada...

... com um pequeno presépio a condizer!

Entretanto, para desconcerto da Ana, entusiasmei-me demais um bocadinho e decidi pôr o resto da sala a condizer:

A mesa de apoio...

O móvel da televisão...


A lareira...

... e o móvel do gira-discos, que está a acolher temporariamente o meu cachimbo de sheesha. 

Depois, passei para o meu quarto:

O móvel das camisolas e dos pijamas... (e das fotos de família!)...

O "anjinhos católicos" que foram interditos na sala :P

E a mesinha de cabeceira!

E teria passado para a casa toda se a Ana me tivesse deixado - mas o espírito natalício também tem limites! Contentei-me com os puxadores das portas e com o candeeiro do hall de entrada. 

Estão destes em todas as portas, exceto na da despensa!


Não resisti!

Em nossa casa já é Natal :) E nas vossas?



 Rende 2/4 porções (só agora, que moro acompanhada, é que reparo que as minhas porções são "ligeiramente" menores que as porções da maioria das pessoas)
Aprox. 205/410 kcal por porção

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Bolo de Chocolate para o aniversário da Maria - e como o fenómeno "Rúben" nunca se esquece de atacar


Quando quero muito, mesmo muito que alguma receita saia bem e essa receita acaba por ser uma desgraça (mesmo que seja uma receita repetida anteriormente vezes sem conta) digo que se deu o Fenómeno Rúben.

Como já referi aqui e aqui, o Rúben era um amigo meu e cozinhei milhentas vezes para ele (todos temos uma época na nossa vida em que passamos a vida em casa dos nossos amigos e eles na nossa...). Contudo, acho que nunca - NUNCA mesmo, acho eu - o Rúben provou alguma coisa feita por mim que me tenha saído como deve ser. Era o Molotov que ganhava água (água?! água?! como ganhou ele água?!), o arroz que saía invariavelmente ou cru, ou esturrado (uma, duas, três vezes...), o caramelo que ficava líquido, os bolos que ficavam disformes e pegados à forma... E acho que isso acontecia porque eram alturas em que eu queria mesmo que as coisas saíssem bem - cozinhar é para mim uma maneira de demonstrar amor, e eu gostava muito dele. 


Tal como também gosto muito da Maria. Por isso me ofereci logo para fazer o bolo de aniversário dela - apesar de ser um bolo temático (e o meu jeito para decoração ficou algures perdido na estratoesfera antes de nascer) e o ano passado o Fenómeno Rúben ter atacado e em força. Mas ela merecia!

E foi assim que me decidi por um Bolo de Chocolate, receita do blogue "Palavras que enchem a barriga", com uma cobertura simples, também de chocolate. Nunca tinha experimentado fazer a receita do bolo, mas também não ia ser por aí. Tinha ajuda da minha amiga Ana, podia ser que fosse o suficiente para quebrar o karma


E foi correndo tudo bem. Tudo impecável. O bolo não saiu nem cozido demais nem cozido de menos, desenformou-se bem, conseguiu-se cortar em duas metades perfeitas para rechear. O creme de chocolate não ficou nem espesso nem líquido demais, e foi o suficiente para cobrir e rechear o bolo. A decoração - simples, não quis complicar! - também correu bem e ficou a parecer-se com o que eu queria (campas, para quem não for assim tão óbvio!). E era o momento de colocar o bolo na transportadora.

E então foi o Fenómeno Rúben, o Demónio e todos os espíritos dignos do Halloween a atacarem ao mesmo tempo. O bolo parecia colado (literalmente COLADO) à grelha onde o tinha posto para cobrir e decorar. Tentámos puxar, empurrar, levantar com duas, três e quatro espátulas. Por fim, lá a minha amiga Ana se lembrou de levantar aquilo a quatro mãos e foi assim que este bolo, à semelhança do ano passado, também teve um final feliz. Acabou rachado, é verdade, mas a cobertura disfarçava; e acabámos nós as duas cheias de chocolate espalhado pelo corpo, roupa e cabelo.

O bolo, em cima da grade, antes da "catástrofe"!

E a Maria gostou muito. Tal como gostou o ano passado. Tal como o Rúben também gostava do arroz cru e do Molotov com água.
Porque todos os amigos conseguem reconhecer o que foi feito com carinho :)

Ingredientes 
Bolo
  • 200 gr chocolate culinária
  • 100 gr de manteiga
  • 5 ovos separados
  • 150 gr açúcar
  • 100 gr de açúcar amarelo
  • 200 gr farinha
  • 200 ml leite
  • 1 c. chá fermento
  • 1 pta de sal
Recheio/Cobertura
  • 3 pacotes de natas
  • 300 gr de chocolate de culinária
  • 2 c. sopa margarina
Montagem e Decoração
  • 6 bolachas Shortcake e chocolate em pó (em alternativa, podem usar shortcake ou maria de chocolate!).
Modo de fazer:
Bolo:
1 - Derreter o chocolate com a manteiga no microondas (vão mexendo de vez em quando para não queimar!)
2 - Bater as gemas com os açúcares até ficar um creme claro e espesso. 
3 - Juntar a mistura de chocolate derreitido. Bater.
4 - Juntar alternadamente o leite, a farinha, o sal e o fermento.
5 - Bater as claras em castelo e envolvê-las na mistura.
6 - Despejar numa forma untada e enfarinhada e levar ao forno pré-aquecido a 170ºC durante 50 min.
7 - Esperar que arrefeça para desenformar e cortar ao meio.

Recheio/Cobertura
1 - Levar todos os ingredientes ao lume, mexendo sempre até engrossar. 

Montagem e Decoração:
1- Rechear o bolo com 1/3 da mistura e cobrir com os 2/3.
2 - Triturar 3 bolachas no robot de cozinha ou com as mãos. Misturar com o chocolate em pó. 
3 - Em três bolachas shortcake, escrever da parte de trás "RIP".

Usámos um palito. O que importa é desenrascar!




4 - Enterrar as bolachas no bolo e rodear com as bolachas trituradas.

 Bom apetite e bons desastres culinários! Espero que o Fenómeno Ruben não vos afete muitas vezes ;)


Para o ano há mais Maria!


domingo, 2 de novembro de 2014

Dia das Bruxas :D

Ontem, dia das bruxas, foi também o dia da festa de aniversário da minha amiga Maria.

Como o ano passado, fiquei encarregue do bolo de anos. Como o ano passado, também este bolo teve os seus percalços, mas falarei deles mais tarde quando publicar a receita aqui no blogue. Por enquanto, aqui ficam algumas fotos da minha noite!

À porta de entrada, tínhamos fantasmas e bruxinhas para nos receber!

Uma das abóboras que nos fizeram companhia

O bolo de aniversário - em breve dedicarei um post só sobre ele!

Dedos

Abóbora de cheetos

Patês e pão em forma de caixões

Olhos e aranhiços


Quiche com aranhas - sim, em breve terão mais uma receita de quiche!

Outra abóbora, esculpida mesmo "a sério" pela minha amiga Maria

Farófias, que também tiveram uma boa historia pelo meio mas que me matariam se a divulgasse no blogue! :P

A mesa dos acepipes

E por aí? Como foi o vosso Dia das Bruxas?

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Queques/Muffins Vegans de Kiwi, Limão e Courgette para os dias bons


Mudou muita coisa na minha vida ultimamente, e são muitos os desafios.

Quando desejamos muito uma coisa (ou várias!), quando elas de facto acontecem...

... quando elas acontecem dá medo! E o medo, como sabem, é o namoradinho da insegurança. Andam sempre de mãos dadas, os desgraçados. Não se largam um segundo.


E tenho tido medo, muito medo. São muitas as minhas inseguranças, validadas pela consciência (crescente!) do quanto ainda não sei, do quão grande é  minha ignorância, do tanto que me falta aprender. Nunca fui muito boa a lidar com as minhas limitações, e agora elas estão por todo o lado, a atacar cada vez que surge um novo desafio. Às vezes o medo quase que me sufoca, e surgem as dúvidas: "Será que é este o caminho certo?", "Será que vou conseguir?", e, o mais frequente: "Estarei à altura?" 

monsters_inside_us_original

E há dias em que estes pequenos demónios barulhentos não me largam, e parece que tudo corre mal, que nada faz sentido. Em que saio de casa de manhã para regressar à noite, em que chove o tempo todo, o carro avaria, em que sinto que andei a correr o dia inteiro mas que não fiz nada, em que sinto que tudo é inútil e que melhor seria dedicar-me à agricultura ou emigrar para Marte.


Nesses dias, quando chego a casa, só me apetece deitar na cama e entrar em coma durante uma semana. Ou, como isso não é muito aconselhável, depois de ignorar artigos para ler e pôr a descongelar o almoço do dia seguinte (que nem para cozinhar há imaginação...) enrosco-me no sofá com uma grande chávena de chá a ver a Música no Coração, enrolada numa mantinha (não se riam, para mim o filme da Música no Coração é terapêutico, ok? Está ali ela por ela com os filmes da Disney...).

O que seria de mim às vezes sem a Fräulein Maria...

Mas depois vêm os dias bons. Em que faz sol e que por isso até sabe bem andar a pé (que o carro continua na oficina...), em que as pessoas sorriem ao passar, que tudo parece fluir com naturalidade, em que consigo aceitar melhor o que acho de negativo em mim, em que o presente e o futuro voltam a fazer algum sentido, em que não andei a correr mas mesmo assim fiz imensa coisa e parece que não fiz nada, que tudo apareceu feito, dias em que consigo improvisar o almoço do dia seguinte com os restos do frigorífico e ainda me sobra tempo para fazer queques. 


E enquanto ralava a courgette, espremia o limão e misturava os ingredientes para estes queques, a janela estava aberta e entrava na cozinha o barulho dos carros  e fragmentos de conversas de pessoas que passavam na rua. O barulho da televisão baixinho, as teclas do computador da minha amiga na sala. E, enquanto lavava a loiça, o cheirinho dos queques foi invadindo a cozinha e eu sorria sozinha.

Há dias bons, e outros maus. 
No fim, lembro-me sempre só dos bons.


Ingredientes:
  • 1 courgette média
  • 1 c. sopa de linhaça amarela moída
  • 4 c. sopa de água
  • 200 gr de farinha
  • 150 gr de açúcar
  • 1 c. chá de fermento
  • raspa e sumo de 1 limão médio
  • 1 kiwi


Modo de fazer:
1 - Misturar a linhaça com a água num copo e esperar 10 min, até ficar uma pasta com aspeto gelatinoso.
2 - Ralar a courgette no ralador largo (não tirem a casca!). Juntar o sumo e a raspa do limão e metade do quivi partido em pedacinhos pequenos. Reservar. 
3 - Misturar a farinha, o açúcar e o fermento. Juntar a mistura de courgette e a pasta de linhaça e mexer tudo muito bem com uma colher de pau.
4 - Dispor a massa em forminhas de silicone para queques, enfeitar com um pedaço de kiwi (da metade que reservaram) e levar ao forno a 180ºC durante 30 min. 
São perfeitos para os lanches!



Rende 12 queques/muffins
Cerca de 126 kcal/unidade


quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Lasanha de atum e milho - para a inauguração do palácio das princesas!


A minha família é grande, por isso há sempre muitos aniversários: de casamento, de nascimento (com a minha bisavó a fazer anos duas vezes, cortesia dos antigos registos civis...), de namoro, de divórcio, eu sei lá... E depois há o Natal, a Páscoa, o dia da Mãe, o dia do Pai, o Carnaval... muitos dias para serem celebrados. Por isso um dos meus cenários de conforto (sabem? Aquelas visualizações para fugir ao stress...) é a sala de jantar da minha avó, cheia de familiares barulhentos, comida na mesa, guaraná nos copos, bombons no armário para comer com o café, mãos entrelaçadas nas da minha bisavó ("Filha, tens sempre as mãos tão frias!") e cabeça encostada no seu ombro, enquanto se houve discutir por meia hora o melhor caminho para chegar à terra ou se contam histórias engraçadas antigas (onde eu detenho grande parte do protagonismo, para minha infelicidade!) e eu fico dividida entre continuar a ouvir e a antecipar a sesta no sofá. 

Food tastes better when you eat it with your family. #food #quote

A minha mãe também gosta da casa cheia de gente. A casa da terra tem imensas camas e sítios que facilmente podem ser transformados em "sítios para dormir" (contei agora: são precisamente 11 camas que perfazem entre elas 13 lugares, fora um sofá cama - mais 2 lugares! - e um berço que está desmontado no sotão, mas que facilmente se monta numa eventualidade. E chão, claro. Muito chão para sacos-cama e gente com boa vontade...). Em casa dos meus pais há sempre lugar para mais um: no coração, à mesa e para dormir. Todos são bem vindos. A casa dos meus pais é elástica.

Influenciada por isto, também desde cedo que decidi que a minha casa havia de ser assim: de portas abertas para quem gosto, com muito espaço para dormir. Com almoços temáticos, festas de anos barulhentas, jantares calmos à luz das velas, jantares buffet seguidos de karaoke, jogos de cartas sem esperar que se levante as chávenas do café. Com pessoas às vezes a dormir nas camas, nos sofás e espalhadas pela casa. 


Por isso, tinhamos de fazer um jantar de inauguração da nossa casa palácio. A nossa ideia era a mesa cheia de amigos da faculdade, gente espalhada pelas camas, sofá e chão, muita comida boa e muita parvoíce à mistura. Por casualidades da vida, vieram apenas dois amigos - mas apesar de poucos, houve isso tudo (principalmente muita parvoíce!). Pelo meio, uma fantástica lasanha de atum. E para sobremesa, bounty de colher.

As fotos e o aspeto não é do mais glamouroso que pode haver, mas acreditem que estava bom!

Daqui a umas semanas, farei um almoço de família.

Daqui a mais outras semanas, será um jantar de Natal.

Daqui a outras semanas, mais amigos virão conhecer a casa.

Porque esta casa já é muito minha, e já está cheia de boas recordações. 

Ingredientes
Molho de legumes:
2 c. sopa de azeite
1 cebola grande
1 cenoura grande
1 pimento verde
4 dentes de alho
2 folhas de louro.
1 copo (dos de vinho) de polpa de tomate
1/2 copo de vinho branco
orégãos q.b
Água q.b.

Atum:
1 c. sopa azeite
1 dente de alho
3 latas de atum em água
1 lata grande de milho
2 c. sopa do molho de legumes

Restante lasanha:
12 placas de lasanha
2 pacotes de natas light
1 pacote de molho bechamel
sal e noz moscasda
1 pacote de queijo mozzarela ralado

Modo de fazer:
1 - Começar com o molho de legumes:
2 - Cortar a cebola em meias luas e a cenoura em cubos e refogar no azeite juntamente com as folhas de louro. 

3 - Juntar a polpa de tomate e os dentes de alho e deixar refogar mais um pouco. 

4 - Juntar o vinho branco, os pimentos e um pouco de água. Quando tudo estiver cozinhado, apagar o lume e triturar tudo muito bem com uma varinha mágica (não esquecer de tirar as folhas de louro primeiro!). Juntar mais água - a ideia é ficar da consistência de... bem, de um molho de tomate! Não muito ralo, mas também não muito espesso. Temperar com os orégãos. 



De seguida, fazer o atum:
1 - Aquecer o azeite e juntar o dente de alho picado. Juntar o milho e o atum previamente escorrido e desfeito com um garfo. Juntar um pouco do molho de legumes, deixar reduzir e reservar.


Montar a lasanha
1 - Numa tigela, misturar o bechamel com as natas. Temperar com sal e noz moscada a gosto. 
2 - Num tabuleiro, dispor um pouco deste molho, depois as placas de lasanha, metade do molho de legumes, metade do atum e metade do molho bechamel. Repetir novamente as placas de lasanha, o molho de legumes, o atum e as placas de lasanha. Terminar com o restante molho bechamel e o queijo ralado.

3 - Levar ao forno pré-aquecido a 180ºC durante 40 min.


Bom apetite!

Para 4 ou 6 doses
Cerca de 694/463 kcal/dose

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Frango Assado com Batata Doce


A comida feita no forno não vos dá a sensação que é domingo?

A mim dá. Pensava que era a única, mas quando decidi fazer perninhas de frango assadas no forno, na 6ª feira passada (dia em que não temos estágio), a primeira coisa que a Ana disse quando viu o que era o almoço (para quem ainda não reparou, a Ana é a minha amiga que mora comigo) foi isso mesmo: que parecia domingo. Embaladas nesta ideia, ainda fomos buscar um restinho de vinho para acompanhar. E demos uso aos pires das chávenas do café (é só em nossa casa ou nas vossas os pires também raramente saem do armário???). E demorámo-nos mais um bocadinho à mesa só porque sim.


Porque era domingo, apesar de ser 6º Feira. E porque eu raramente passo os fins-de-semana no Barreiro com ela, decidimos instaurar o nosso domingo à 6ª! Domingo vai ser o dia das refeições "especiais", das chávenas servidas em pires, do almoço demorado por muita conversa de chacha. 

De todas as ideias que já tivemos cá, esta deve ter sido uma das melhores. Haverá coisa melhor que começar o fim-de-semana logo com um domingo? :P

Ingredientes: 
  • 4 perninhas de frango
  • 2 batatas doces grandes
  • 1 cebola grande
  • sumo de 1 limão
  • 6 dentes de alho
  • 5 c. sopa de massa de pimentão
  • 2 c. sopa de polpa de tomate
  • 1 copo de vinho branco
  • 1 c. sopa de azeite
  • 4 folhas de louro
Modo de fazer:
1 - De preferência na noite anterior (ou no minimo 1h antes) marinar as perninas de frango no sumo de limão ao qual se juntou 2 dentes de alho picados e 2 c. sopa de massa de pimentão. Esfregar bem as perninhas de frango com esta marinada e levar tudo ao frigorífico dentro de um tupperware.
2 - Pré-aquecer o  forno a 180ºC. 
3 - Cobrir o fundo de um tabuleiro ou pirex para ir ao forno com o azeite. Descascar as batatas e cortá-las em cubos. Fazer o mesmo às cebolas. Dispor pelo tabuleiro, juntamente com os restantes dentes de alho às fatias. Cobrir com a polpa de tomate e a restante massa de pimentão (eu limitei-me a pôr colheradas por cima, à bruta). Regar tudo com o vinho branco e cobrir com as folhas de louro. 
4 - No forno, dispor a grelha do forno por cima do tabuleiro das batatas (assim a gordura do frango vai escorrendo para as batatas!). Assar durante 40 min, virando as pernas de frango a meio.

Assim ;)

Bom apetite!



Rende cerca de 3/4 doses
Cerca de 340/225 kcal por dose