terça-feira, 21 de Outubro de 2014

O melhor pastel de Nata deste mundo (e do outro também, possivelmente!)


Este sábado fui, como o ano passado, ao evento do TEDxLisboaED. Para uma viciada em TED talks como eu, nem é preciso dizer que foi fantástico :)

Antes de começar, fomos beber café. Escolhemos o café Silvia, na Avenida de Roma, apenas porque foi o primeiro que apareceu. Entrei lá com a ideia de beber só um café, mas a minha irmã e o meu cunhado pediram um pastel de nata e uma pessoa também não é de pau! É que os ditos tinham mesmo um aspeto delicioso...

E ainda bem que o fiz, que são sem dúvida os pasteis de nata mais deliciosos de todo o planeta! Grandes, cremosos, tostadinhos q.b.... Pedimos para os aquecerem um bocadinho, e com canela por cima podem imagina ^^ Eu que me sinto sempre culpada depois de comer um bolo, desta vez não senti nadinha :P 
Eu quando é para reclamar não me inibo nada, mas também quando é para elogiar também sou a primeira! Por isso elogiei lá e agora venho para aqui fazer publicidade :P 

Tentei fixar o maior numero de referencias possiveis para depois vos explicar aqui no blogue, mas três dias depois só sei que fica ao lado de uma loja de gelados artesanais e de duas de roupa para crianças (uma delas é a Du Pareil au Même), na Avenida de Roma. Vindo do Júlio de Matos, depois de passar a estação de Roma-Areeiro, vão olhando para a vossa esquerda (desculpem, é o melhor que consigo!)

A sério, vão lá!

terça-feira, 14 de Outubro de 2014

Quiche de alho francês, milho e cogumelos


As minhas quiches, como sabem, são sempre iguais. Ou parecidas, vá. Legumes, coisas, tudo misturado, massa folhada ou quebrada, leite, ovos, noz moscada - natas nunca, queijo nunca, bacon nem pensar. 

A célebre Quiche Lorraine não é bem vinda na minha casa, fim.

E foi neste comprimento de onda que surgiu esta quiche, que de tão simples pensei se deveria publicar "a receita" ou não. 


Mas ficou boa, e comeu-se, e isso por si só é mais que suficiente para figurar aqui no blogue!

Ingredientes:
  • 1 embalagem de massa folhada
  • 1 alho francês médio
  • 1 lata de milho pequena
  • 1 lata de cogumelos pequena
  • 500 ml de leite magro
  • sal, pimenta e noz moscada
  • 3 ovos

Modo de fazer:
1 - Estender a massa folhada numa tarteira e picar o fundo com um garfo. Eu nunca tiro o papel vegetal, acho mais fácil tanto para estender a massa como depois para desenformar a quiche.
2 - Cortar o alho frances em fatias e juntar-lhe o milho e os cogumelos (eu uso uma tigela grande).
3 - Juntar o leite e os ovos batidos.
4 - Temperar a gosto com sal, pimenta e noz moscada.
5 - Levar ao forno pré-aquecido a 180ºC durante 30/40 min.
6 - Servir com salada de alface!



Rende 8 fatias grandes
Aprox. 198 kcal/fatia

domingo, 12 de Outubro de 2014

Caldeirada de Peixe



Apesar do blogue, de adorar cozinhar e de todas estas coisas, a verdade é que não estava habituada a a cozinhar comida "a sério" tanto quanto isso. Quando era preciso fazer o almoço fazia, quando me apetecia experimentar alguma receita específica (normalmente vegetariana e "esquisita") requisitava a cozinha para mim.

Mas refeições de almoço de todos os dias, isso não. Eu era mais bolos, mais sobremesas, mais coisinhas pequeninas e que mais ninguém fazia ou queria fazer cá em casa. O domínio do almoço era do meu pai.


O meu pai tem muitos defeitos, e nem sempre me dou bem com ele (se for para ser sincera, quase nunca, na verdade...). Mas o meu pai também tem muitas qualidades, e uma delas é fazer uma ótima caldeirada. 

E por isso, a caldeirada era (e é) umas das refeições preferidas lá de casa. Que sempre vi fazer e cuja receita sei de cor como se já a tivesse feito mil vezes. Mas nunca a tinha feito na verdade. Foi preciso sair de casa dos meus pais para fazer pela primeira vez.


E eu sei que é uma receita muito fácil, muito banal, e que quase toda a gente sabe fazer. Mas foi a primeira vez que fiz caldeirada e, modéstia à parte, saiu mesmo bem.

A caldeirada do meu pai já não é a minha caldeirada preferida. E ele ficou feliz quando eu lhe disse :)

Ingredientes:
  • Uma embalagem de caldeira de peixe
  • 2 batatas grandes
  • 1 pimento vermelho grande
  • 2 cebolas grandes
  • 5 dentes de alho
  • 3 folhas de louro
  • 3 c. sopa de azeite
  • 2 c. sopa de massa de pimentão
  • 4 c. sopa de polpa de tomate
  • 1 copo de vinho branco
  • sal
Modo de fazer: 
1 - Descascar as cebolas, os alhos e as batatas.
2 - Cortar a cebola e as batatas às rodelas e o pimento em pequenas tiras.


3 - Num tacho grande, deitar o azeite. Dispor metade da cebola no fundo. Em cima das cebolas, dispor metade das batatas, seguido de metade dos pimentos, das folhas de louro e dos dentes de alho. 

4 - Dispor o peixe e por cima dispor a restante cebola, as restantes batatas e o restante pimento. 

5 - Temperar com sal, cobrir com a massa de pimentão e a polpa de tomate e regar com o vinho branco.


6 - Tapar e levar a cozinhar com o lume no mínimo durante 30/40 min, até ficar tudo cozinhado e a caldeirada bem apurada, 

Fica muito bem acompanhada com fatias de pão!

A marmita das princesas!


Rende 4 doses
Aprox. 491 kcal/dose

quinta-feira, 9 de Outubro de 2014

Tarte Merengada de Curd de Limão


Gosto de pensar que uma das minhas qualidades é saber simplificar. Desenrascar, sabem?

Para mim o "desenrascanço" e a descontração são fundamentais na vida: esqueci-me da colher? Improviso uma com a tampa do iogurte. Não me lembro de uma palavra em francês ou inglês? Adapto ou invento uma qualquer (o já deu origem a situações muito constrangedoras envolvendo o verbo "baiser"). Não tenho algum ingrediente para uma receita que estou a fazer? Experimento com outro diferente e logo se vê. E a fita-cola é muitas vezes a minha melhor amiga.


Às vezes pode ser chamado também de "sentido prático", outras vezes "preguiça", mas eu gosto de dizer que vivo em modo de "poupança de energia". Não vale a pena gastar energias demais quando as coisas não correm pelo planeado, principalmente se as conseguimos resolver de uma forma perfeitamente aceitável, ainda que não perfeita. 

Mas a minha irmã ganha-me. Aos pontos. A minha irmã é o ser mais desenrascado deste mundo. Não é à toa que foi para enfermagem - ela nasceu para aquilo, claramente. 


Por isso, quando vivíamos juntas era sempre ela que fazia o almoço mais rápido. E quando as coisas corriam mal ela sabia sempre dar a volta por cima e desenrascar com outra coisa qualquer. 

Juntaram-se duas desenrascadas a fazer uma sobremesa. Inventada pela Alexandra, só podia ser muito fácil e rápida - mas mesmo assim claro que tinha de correr mal. Claro que o curd tinha de talhar e claro que tinha de ficar pouco consistente.

Mas quem é desenrascado nunca se atrapalha, e tudo nesta vida se pode resolver com farinha maizena  e paciência (E fita cola. E miminhos).

Ingredientes:
1 placa de massa folhada
2 c. de sopa de farinha maizena
4 c. sopa de leite magro
3 claras
2 c. sopa de açúcar

Modo de fazer:
Forrar uma tarteira com a massa folhada e levar a cozer 20 min a 180ºC (não se esqueçam de colocar feijões ou pedrinhas próprias no fundo da tarte para a massa não criar bolhas).
Entretanto, fazer o curd de limão. No nosso caso, como ficou pouco consistente e talhou, dissolvemos um pouco de farinha maizena num pouco de leite, juntámos ao curd e levámos ao lume até engrossar. Mesmo que a vossa não talhe, acho que vale a pena pois fica mais consistente.


Deitar sobre a massa já cozida.


Bater as claras em suspiro com o açúcar. Deitar sobre a tarte, fazendo uns efeitos com o garfo (em alternativa podem usar o saco de pasteleiro mas, lá está, eu gosto de desenrascar!)

Ficou um ótimo suspiro, o melhor que alguma fiz! Super brilhante e elástico, não sei como aconteceu mas fiquei muito contente :P


Levar novamente ao forno a 200ºC até o merengue ficar douradinho (uns 5-10 min) 
Servir à temperatura ambiente!


Bons desenrascanços culinários a todos ;)

Rende cerca de 12 fatias
Aprox. 353 kcal/fatia

domingo, 5 de Outubro de 2014

Salada de Couve à Israelita


Quando "casei" os anos (ou seja, quando no dia 20 de Junho fiz 20 anos), há já 2 anos muito distantes, decidi dar uma festa israelita. Para a festa fiz imensas receitas tipicamente judaicas e israelitas, como podem ver no Índice de Receitas aqui do blogue. Uma das receitas que experimentei foi uma salada de couve, que fez sensação principalmente com a minha amiga Cristiana. Por ser uma salada muito banal, nem me lembrei de lhe tirar foto nenhuma e a receita acabou por nunca vir parar aqui ao blogue, e acho que nunca mais a repeti desde então. 


Ontem a minha irmã deu um jantar em casa dela com a minha "família" da igreja. Sim, família, porque há aqueles amigos que por o serem há tanto tempo (e por tão bem desempenharem o seu papel) ascendem à condição de família e passamos a não conseguir viver sem eles. E quando nos pedem salada de couve, claro que tenho de atender ao pedido. Mesmo que isso signifique correr três minimercados diferentes à procura de passas.

Família é família :)

A mesa dos acepipes, ainda incompleta (sim, houve muitaaaa comida!)


Ingredientes
  • 2 repolhos pequenos
  • 65 gr de passas
  • 65 gr de amendoins descascados
  • 2 c. sopa de azeite
  • 5 c. sopa de açúcar amarelo
  • 1 pta de sal.


Modo de fazer:
1 - Cortar os repolhos em juliana. Aquecer o azeite num tacho e levar a fritar a couve durante uns 5 minutos (vai reduzir e ficar molinha). 


2 - Entretanto, picar os amendoins. Reservar.

Piquei grosseiramente

3 - Juntar os amendoins à couve, Juntar o açúcar amarelo e o sal e mexer. Quando o açúcar estiver dissolvido, juntar as passas e apagar o lume.

4 - Esperar que arrefeça e servir!


É muito boa para piqueniques e refeições leves, e eu gosto especialmente como acompanhamento às minhas bolinhas de feijão. Uma delícia!

Aqui no tupperware, pronta a seguir viagem!

(Infelizmente, já não sei de onde tirei a receita. Aliás, nem sei a receita, de todo, apenas me lembrava que levava couve, passas e açúcar amarelo - os amendois foi iniciativa própria. Alguém sabe se os amendoins fazem parte da culinária israelita? :P )



Rende cerca de 4 porções
Cerca de 300 kcal/porção

sábado, 27 de Setembro de 2014

Feira de Oeiras no Domingo - Venda de Doces e Licores




Olá a todos! Conforme referi por alto ontem, amanhã estaremos novamente na Feira de Rua de Oeiras, com os nossos doces e licores (e também desta vez azeites aromatizados!) das 11h às 17h.

Os preços mantêm-se, claro :) 

A Feira realiza-se na Alameda Conde de Oeiras, ao pé das antigas instalações dos CTT. 

Espero contar com a vossa presença! Há sempre muita animação, coisas baratas (livros, roupa, etc.) e atividades para crianças. E sempre era uma oportunidade de vos conhecer, desta vez sem um computador pelo meio ;)

Mais informações no evento do facebook





Algumas fotos das Feiras anteriores: