Mostrar mensagens com a etiqueta Passas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Passas. Mostrar todas as mensagens

domingo, 5 de outubro de 2014

Salada de Couve à Israelita


Quando "casei" os anos (ou seja, quando no dia 20 de Junho fiz 20 anos), há já 2 anos muito distantes, decidi dar uma festa israelita. Para a festa fiz imensas receitas tipicamente judaicas e israelitas, como podem ver no Índice de Receitas aqui do blogue. Uma das receitas que experimentei foi uma salada de couve, que fez sensação principalmente com a minha amiga Cristiana. Por ser uma salada muito banal, nem me lembrei de lhe tirar foto nenhuma e a receita acabou por nunca vir parar aqui ao blogue, e acho que nunca mais a repeti desde então. 


Ontem a minha irmã deu um jantar em casa dela com a minha "família" da igreja. Sim, família, porque há aqueles amigos que por o serem há tanto tempo (e por tão bem desempenharem o seu papel) ascendem à condição de família e passamos a não conseguir viver sem eles. E quando nos pedem salada de couve, claro que tenho de atender ao pedido. Mesmo que isso signifique correr três minimercados diferentes à procura de passas.

Família é família :)

A mesa dos acepipes, ainda incompleta (sim, houve muitaaaa comida!)


Ingredientes
  • 2 repolhos pequenos
  • 65 gr de passas
  • 65 gr de amendoins descascados
  • 2 c. sopa de azeite
  • 5 c. sopa de açúcar amarelo
  • 1 pta de sal.


Modo de fazer:
1 - Cortar os repolhos em juliana. Aquecer o azeite num tacho e levar a fritar a couve durante uns 5 minutos (vai reduzir e ficar molinha). 


2 - Entretanto, picar os amendoins. Reservar.

Piquei grosseiramente

3 - Juntar os amendoins à couve, Juntar o açúcar amarelo e o sal e mexer. Quando o açúcar estiver dissolvido, juntar as passas e apagar o lume.

4 - Esperar que arrefeça e servir!


É muito boa para piqueniques e refeições leves, e eu gosto especialmente como acompanhamento às minhas bolinhas de feijão. Uma delícia!

Aqui no tupperware, pronta a seguir viagem!

(Infelizmente, já não sei de onde tirei a receita. Aliás, nem sei a receita, de todo, apenas me lembrava que levava couve, passas e açúcar amarelo - os amendois foi iniciativa própria. Alguém sabe se os amendoins fazem parte da culinária israelita? :P )



Rende cerca de 4 porções
Cerca de 300 kcal/porção

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Gelado de Pêra, Rum e Passas


A saga dos gelados continua!

Depois do delicioso Gelado de Pêssego, decidi repetir mas desta vez usando sabores diferentes. Analisando a situação, tínhamos pêras maduras nas pereiras do quintal, eram deliciosas, sumarentas... era de aproveitar. Depois também a minha avó e a minha tia tinham deixado um pacote de passas aberto, que sobejaram de uma sobremesa qualquer da festa. 

E eu pensei logo num gelado que comi em Roma num café fantástico, de pêras e ricotta, que me soube pela vida e que me dá vontade de me chicotear a mim própria por, devido ao meu desastroso fraco sentido de orientação não saber lá voltar numa próxima vez que visitar a capital italiana. 


Infelizmente não tinha ricotta, por isso inclinei-me mais para as passas. Tínhamos rum e eu adoro a combinação rum+passas. Mas também não queria fazer o gelado só assim, natas, açúcar... uma frutinha ia cair bem, mais não seja para parecer uma coisa saudável, "ai e tal tem pêras, ai e tal é fruta, ai e tal ainda por cima as pêras são biológicas..."

E foi assim que nasceu este gelado de Pêra, Rum e Passas. Mais cremoso (será devido ao alcool que não solidifica tão bem?), com uma textura interessante devido às pêras, o sabor de fundo a rum e a surpresa das passas... ficou mesmo bom.

Mas não chegou aos calcanhares do Gelado de Pêssego.

Não há gelado com aquele.

Ingredientes
  • 600 gr de pêras maduras, descascadas e descaroçadas
  • 2 pacotes de natas 
  • 100 gr de passas/sultanas
  • 2 cálices de rum
  • 250 gr de açúcar

Modo de fazer:
1 - Põr as passas a macerar no rum. 


2 - Triturar as pêras com uma varinha mágica. Eu juntei um bocadinho de água para ser mais fácil. Reservar.


3 - Bater as natas em chantilly.


4 - Juntar o açúcar e bater mais um pouco.

5 - Juntar o rum e as passas e envolver.

6 - Juntar a pêra triturada e envolver também muito bem.

Tarãn!

7 - Colocar a mistura numa caixa/tupperware/tacinhas individuais e levar ao congelador até solidificar. Mexer com um garfo de hora a hora nas primeiras três horas.



E já está!


Rende 12 porções
Aprox. 267 kcal/porção

domingo, 23 de março de 2014

Bolo Vicente (Bolo de Açúcar Queimado), receita da avó!


Este bolo é um dos meus bolos favoritos. A minha avó costuma fazê-lo numa forma de fogão.  Uma forma de fogão, para quem não sabe, é uma forma especial para em vez de se cozerem os bolos o forno, cozerem-se nos bicos do fogão. Não sei porque é que este bolo é sempre feito pela minha avó numa forma de fogão, e não no forno como é costume, mas o que é certo é que fica delicioso!


Já tinha dito aqui que a minha avó faz sempre uns bolos deliciosos, enormes, fofos e leves, e são mesmo os melhores do mundo inteiro. Talvez por isso, nunca me tinha aventurado a experimentar fazer o Bolo Vicente, apesar de já ter a receita comigo há vários anos. Num dia de chuva (um daqueles que tivemos com fartura este Inverno) decidi andar a ver o meu livrinho de receitas antigas e decidi experimentar.


E não é que saiu quase igual ao da avó??? Finalmente, acho que consegui acertar!


Mas claro, não ficou tão delicioso e fofo como o dela. Será de não ter feito numa forma de fogão? Talvez, mas acho que o que faltou mesmo foi a "mão" da avó. Mão de avó é insubstituível!


Ingredientes
250 gr de açúcar
250 gr de margarina
300 gr de farinha
1 cháv. passas
5 ovos
1 cálice de vinho do porto
1 c. chá de canela
2 c. chá de fermento
1 cháv. de caramelo de compra (eu fiz o meu, levando ao lume 1 cháv. de chá de açúcar amarelo. Quando e derreteu e ganhou uma cor acastanhada, juntei um pouco de água).

Modo de fazer:
Macerar as passas no vinho do porto. Entretanto, bater o açúcar com a manteiga. Adicionar os ovos um a um, batendo sempre. De seguida juntar a farinha, o fermento, a canela, o vinho do porto e as passas. Por último juntar o caramelo.
Levar ao forno pré-aquecido a 180ºC até o bolo ficar cozido (cerca de 40 min, fazer o teste do palito!).


Espero que gostem :)

Rende cerca de 16 fatias
Aprox. 336 kcal/porção


quarta-feira, 12 de março de 2014

Dissertação frustrada sobre as dietas e umas trufas de passas, alfarroba e amêndoas


Atenção, post muuuuito longo! 

A história destas trufinhas crudíveras começou com a página Felt by Heart. A história da Joana é interessante: teve alguns problemas alimentares (anorexia, bulimia), contava calorias, passava a vida angustiada e, acredito, a ver a alimentação mais como uma inimiga que como uma aliada. Então um dia, decidiu abolir completamente os alimentos processados, as farinhas, o açúcar refinado, o sal e as manteigas, e aumentar consideravelmente o consumo de frutas, vegetais e alimentos simples. Um pouco à semelhança do Homem nos primórdios da Humanidade.


Independentemente do quanto é possível dizer sobre este assunto (tanto de uma maneira positiva como negativa) houve certas coisas na alimentação da Joana que me interessaram e me fizeram pensar. Em primeiro lugar, foi a questão das frutas e vegetais. Este ano, talvez devido aos livros da Ágata Roquette, não sei (até parece que estou a fazer uma campanha contra a nutricionista, nada disso, até acho que ela merece muito respeito, mas simplesmente não consigo confiar numa pessoa que me diz para beber coca-colas light) parece que se declarou uma guerra aberta às frutas e vegetais - principalmente às frutas. 
E por isto, várias frutas ficaram deprimidas

É por todo o lado ouvir gente a minar-me o prazer de comer fruta à vontade (ou seja, em blogues, sites e no ginásio!). Porque faz mal aos rins, porque tem demasiado açúcar, porque engorda, porque aumenta o apetite, porque não sacia. Isto choca-me um bocadinho, principalmente quando essas pessoas me aconselham a substituir as frutas por salsichas enlatadas, fiambres de peru, iogurtes light, barrinhas de cereais e queijinhos frescos. Assim é que vou conseguir ficar magra, não é a comer fruta à maluca. Nem à base de sopinhas, cheias de legumes proibidos a quem quer manter a linha. 

Pobres pêras.
Ok, neste aspecto não sou grande exemplo porque, bem, porque na verdade sou gorda. Não sou obesa, mas efetivamente tenho peso a mais para os parâmetros atuais e não tenho grande moral para falar de perder peso (nem sou nutricionista, tão pouco!). Acredito, como a Joana, em evitar os alimentos processados ao máximo (muito raramente como e nunca compro batatas fritas, chocolatinhos, salsichas de lata, bolachas e bolos de compra, por ex.), não usar manteigas nem margarinas para cozinhar, em comer doses industriais de legumes variados e preparados das mais diversas formas, e em comer fruta à vontade, sem contar as calorias. E fazer exercício físico, correr e saltar a vontade, sem me dar o badagaio.


Na minha família dura-se até aos 100 anos. As minhas análises estão fantásticas (com o "mau" colesterol a níveis baixíssimos), raramente me constipo (estou adoentada agora, mas passei 2013 sem uma única constipação) e tomei antibiótico duas vezes desde que me lembra de ser gente (fora as vezes em que tirei os dentes do siso...). Como doces uma vez ou duas por semana, é verdade, mas para algumas pessoas isto é comer doces raramente, acreditem ou não (já me disseram que tinha a mania das dietas por isto!). E acho que uma alimentação equilibrada, sem paranóias nem extremista (toda a gente gosta de um chocolate de vez em quando), farta em frutas e vegetais e pobre em alimentos processados me traz menos doenças e mais anos de vida, apesar de alguns bons genes também deverem ter o seu peso na equação. Também não podemos cair na tentação de dizer que uma boa alimentação nos vai proteger de doenças, mas eu gosto de sentir que estou a cumprir o meu papel.


E com isto não estou a condenar ninguém, mas a definir as minhas prioridades. Comer para mim é um prazer, as refeições em família são um dos meus momentos preferidos do dia e a alimentação tem como objetivo proporcionar-me bem-estar e dar-me saúde e força suficientes para fazer as minhas tarefas do dia-a-dia. As frutas e os legumes são meus aliados, e não meus inimigos. Dão-me vitaminas, água, fibras e muitas outras coisas boas. Se tenho um pouco de peso a mais para os parâmetros da sociedade, dentro ainda do IMC normal, sinceramente... paciência. 

Por amor de Deus, é só comida. Ultimamente, apetece-me comentar algumas conversas e alguns blogues com mensagens iradas. A culpa deve ser do SPM, deve ser qualquer coisa hormonal, mas já me ando a passar com as salsichas, os queijinhos frescos, as gelatinas e a coca-cola light e as paranóias do peso vindas de gente que já é magra.


Sobre isto, há um post excelente no blogue The Love Food que aconselho toda a gente que se interessa por este assunto a visitar. 

E agora vou mas é comer uma trufinha destas. Cheias de calorias e hidratos de carbono, mas com coisas boas que me põem os intestinos a sorrir e que, acredito eu, me vão passar pelo organismo sem ficarem agarradas às minhas coxas. E acompanhadas por fruta, têm feito parte dos meus lanches ultimamente. E vieram para ficar, por isso preparem-se para as próximas variedades!


(Receita baseada nas receitas da página do Felt by Hearth)
Ingredientes (8-10 bolinhas)
1 chávena de aveia
1/2 cháv. sultanas pretas
1/2 cháv. amêndoa aos pedaços
2 c. sopa de alfarroba
1 c. sopa de linhaça moída
1 c. sopa de mel

Modo de fazer:
Num robot de cozinha, triturar a aveia até ficar uma farinha fina. Triturar as passas até ficar uma pasta pegajosa, da consistência da manteiga de amendoim. Triturar também a amêndoa até ficar uma pasta (ter cuidado para o robot não aquecer demasiado, ir parando e tirando a amêndoa dos lados da máquina com a ajuda de um salazar). Misturar isto num alguidar ou tigela com o resto dos ingredientes (gosto de aquecer o mel primeiro), de forma a que dê para moldar pequenas bolinhas. Se a massa estiver ainda muito seca, juntar mais mel ou uma colherinha de azeite.

Bom apetite!
Podia juntar aqui as calorias por porção, mas quero manter-me na ignorância de propósito!

Lanche!


sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Merendas dos Santos


Eu sei que o Dia de Todos os Santos já lá vai (ainda por cima não foi feriado! O que vale são estas greves na semana a seguir... - quem me conseguir explicar que sentido é que isto faz, diminuir feriados e aumentar greves, que me explique sff) mas estas merendas caem bem em qualquer altura!


Das pessoas que cozinham, há um tipo verdadeiramente irritante: são aquelas pessoas para quem "o segredo é a alma do negócio" (mesmo que não haja negócio nenhum), que nunca partilham receitas com ninguém, que cozinham às escondidas, na escuridão total e com as janelas forradas com papel de alumínio, que fazem sorrissinhos disfarçados quando lhes dizemos que a receita que nos deram não saiu bem pela terceira vez, que afirmam querer deixar as receitas de família apenas à família (mesmo quando a "família" nem gosta de cozinhar) e que, à pergunta "hum, que bom! O que é que leva?" respondem com um "ai filha sei lá... é tudo a olho!", o que nos faz suspirar de exasperação. 


Felizmente, a Dona Fátima não pertence a este grupo de pessoas. Não só me deu a receita destas merendas deliciosas como me deu mais dicas para que saíssem bem. E quando mesmo assim continuaram a sair mal, fê-las de propósito novamente, comigo a ver. E desta vez saíram mesmo bem! E ainda bem, pois para além de fáceis de fazer, são uma verdadeira perdição!

Ingredientes
800 gr de abóbora cozida e escorrida
800 gr de açúcar
1 kg de farinha c/fermento Branca de Neve
1 c. sopa de erva-doce em pó
1 c. sopa de fermento em pó
1 pacote de passas/sultanas - também podem usar nozes ou outros frutos secos
1 copo (daqueles do vinho) de azeite - facultativo.
Ovo batido/Leite para pincelar

Modo de fazer: 
Cozer a abóbora, deixá-la a escorrer por umas horas e esmigalhá-la com o utensílio de esmigalhar batatas (como eu não tenho, fiz com as mãos). Escorrer a água em excesso.

Aqui ainda faltava escorrer mais um bocadinho, que a abóbora tem imensaaaa água
Num alguidar, misturar a farinha, a erva-doce, o açúcar e as passas/frutos secos.

Como não tinha erva-doce em pó, usei em grão - são essas as pintinhas que se vêm na farinha.
Juntar a abóbora e amassar apenas até estarem os ingredientes todos envolvido. 

Adoro amassar coisas
Juntar o azeite e o fermento e misturar bem novamente.

Em minha casa só há azeite das nossas oliveiras 
Tarãn!
Despejar numa forma untada e enfarinhada, cobrir com ovo batido ou leite e levar ao forno por 40-60 min a 180ºC (fazer o teste do palito).

As meninas, antes de entrarem para o forno.
Acompanham muito bem chá, café, jeropiga, chocolate quente... ou mesmo nada! Não precisam de nada a acompanhar, para além de dentes :P


Como fiz a receita inteira, congelei metade (tenho de fazer um post com o meu método de congelação de bolos!), e já estou a salivar com a metade que me espera para este fim-de-semana...
Espero que também gostem e que experimentem fazer! Vale bem a pena.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Papas de aveia com canela passas, no microondas!



Gosto muito de papas de aveia, mas evitava fazer (e comer) porque demoravam algum tempo a cozinhar (quer dizer, mais tempo que fazer uma torrada e um chá!) e também porque achava ter calorias demais para um pequeno almoço (um tigela de papa de aveia com leite de soja, passas/pedacinhos de maçã e uma colherzinha de açúcar tem cerca de 330/350 kcal). Mas mesmo assim fazia de vez em quando - e comecei a reparar que quando comia papas de aveia ao pequeno almoço, sentia-me melhor, com menos frio (já vos contei que sou um bicho friorento, mesmo no pino de verão!), e acabava por sentir menos fome durante o dia.

Mas tinha de arranjar uma maneira de incluir a confecção das papas de aveia na minha rotina matinal, em que disponho sempre de pouco tempo. Foi assim que saíram as minhas papas de aveia de microondas, que se fazem em 3-4 minutos e ficam sempre bem.

Quentinhas, nestas manhãs cada vez mais frias, sabem-me pela vida

Ingredientes (1 pessoa)
2 c. sopa de aveia fina
1 1/2 c. chá de canela
1 c. chá de açúcar
Um punhado de passas
200 ml de leite de soja

Modo de fazer: Misturar a aveia com o açúcar e a canela na tigela onde vão comer a papa. Juntar o leite e levar ao micrrondas 3 minutos. Mexer com uma colher e, se a aveia ainda estiver um pouco rija, levar mais tempo ao microondas, 15s de cada vez, mexendo no fim de cada série, até fazer mais 1 minuto. Juntar as passas, mexer novamente e já está! 

A minha tigela, aqui ainda sem as passas!
Se não tiverem mesmo tempo, podem fazer na noite anterior os três minutos, guardar no frigorífico e no dia a seguir só precisa de estar mais um minuto no microondas.

Em vez de passas, podem juntar quadradinhos de maçã, sendo que nesse caso, em vez de os juntarem no fim, levam-nos ao microondas juntamente com a aveia.

Bom apetite!

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Lekach - Bolo de Mel





Aqui vai outra receita da minha fantástica festa de anos. Segundo as minhas pesquisas, é um bolo típico do Rosh Hashana, ou seja, o ano novo judaico. Segundo a tradição, devem comer-se coisas docinhas (com mel, por exemplo) para simbolizar um ano doce. Bonito, não é? 
Adaptei a receita daqui.

Ingredientes:
3 1/2 cháv. farinha
1 1/2 c. chá fermento em pó
1/2 c. chá bicarbonato de sódio
1 c. chá canela
1/2 c. chá pimenta (usei pimenta branca moída)
1/4 c. chá sal
1 cháv. de mel
1/2 cháv. café (usei cevada)
2 c. sopa de óleo vegetal
4 ovos (usei caseiros, que um amigo meu me trás da terra, para minha alegria ^^)
1 cháv. açúcar amarelo
1/2 cháv. nozes picadas grosseiramente
1/2 cháv. amêndoas peladas e tostadas picadas grosseiramente
1 cháv. passas
Vinho do porto q.b.

Modo de fazer: Macerar as passas num pouco de vinho do porto. Peneirar para uma tigela grande a farinha com o fermento, o bicarbonato, a canela, a pimenta e o sal. Noutra tigela, misturar o mel, o café e o óleo. Reservar. Bater os ovos com o açúcar até ficar uma mistura esbranquiçada. Adicionar alternadamente a mistura de farinha e a mistura de mel, batendo bem entre cada adição. Envolver com uma colher de pau as amêndoas, as nozes e as passas (juntei-as com o vinho do porto e tudo). Deitar a massa numa forma com buraco untada com margarina e farinha e levar a forno pré aquecido durante 45-55 min (eu fui fazendo o teste do palito). Deixar arrefecer antes de desenformar. 

Foi um bolo muito elogiado, e na minha opinião fica delicioso com uma caneca de cevada ao pequeno almoço! Foi pena não ter tirado uma foto ao interior, fica um bolo escuro e cada fatia é cheia de frutos secos. É mesmo impossível resistir...
Shalom!


Não se esqueçam! Até dia 18 de Julho decorre o passatempo comemorativo do 1º aniversário do blogue! Apesar de pequenino e com relativamente poucos seguidores, conto com a participação de todos!